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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

De Bico - Episódio 1

           Caneleiros e Caneleiras ! A nova atração do MdC é o programa "De Bico". A fórmula é parecida com um programa da ESPN, mas a diferença é que não temos a menor noção de como fazer direito. A equipe do Matou de Canela ser reúne para, como sempre, fingir que entende de Futebol.


               Link para Download do "De Bico" aqui.
         
                                        Ouçam ! Comentem ! Precisamos da sua opinião !

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Ano novo no futebol brasileiro!

Feliz ano novo, Brasil!

            É chavão, eu sei, mas como precisava voltar ao MdC, nada melhor que voltar neste ano que começa com o fim do Carnaval. E os Estaduais começaram exatamente na quarta-feira de cinzas, alguns jogos antes de preparação, uma ou outra coisa acontecendo, mas finalmente temos futebol brasileiro em ação.
Fonte: R7
           Na província gaúcha, caiu o Caio e num sopro de categoria, os jogadores do Grêmio pensaram num pojeto de título e arrancaram a vitória contra o belíssimo Inter. Dorival tem um time acertado do meio para frente e extremamente frágil no setor defensivo, lembra o Cruzeiro do ano passado que morreu na praia na Libertadores só que a queda no Gauchão pode ser benéfica para os acertos. Quanto ao Grêmio, aposta no pojeto do profexô, você ainda acredita nisso?
         No RJ, a quarta-feira foi de Cinzas para R10, apagado para todo mundo, menos para o Mano Menezes... Sorte dele que o Deivid conseguiu roubar a cena com um lance ridículo, talvez ao lado do Jonas em 2009 pelo Grêmio, classificado como o gol perdido mais inacreditável de todos os tempos. Na quinta, as fragilidades do Botafogo ficaram mais expostas contra Los Millonários, não basta ter o melhor goleiro do Brasil se não tem reservas para as laterais, os insucessos passados parecem não ter ensinado muito aos diretores alvinegros.
Fonte: Fim de jogo
            E o méritos dos finalistas? Sim, tem méritos! Cristóvão tem o time mais acertadinho do país, o que não significa ser o melhor, contou com o brilho do seu conjunto e a força individual de um grande zagueiro de nome trapalhão. Já Los Millonários ainda não tem um time, a zaga é fraca do mesmo jeito e Abel ainda não acertou, o suficiente para passar pela pré-temporada do estadual, empatar com o Botafogo e com sorte + competência chegar a final. Time ele tem para ser campeão, se vai acertar é outro problema, é bem difícil arriscar palpite.
Fonte: Terra
             Em São Paulo, o Corinthians mostra porque foi campeão brasileiro: com seu time acertado, opções na reserva e bom futebol, tem tudo para chegar a final contra o preguiçoso Santos. Neymar é craque, gênio, espetacular e curtiu carnaval quase tanto como meu vizinho e arrebentou na quarta de Cinzas, viu R10? Felipão e seu time limitado vive da sobrevida de Marcos Assunção com uma defesa forte e Leão ainda bate cabeça tentando acertar o tricolor paulista. A força do interior? Balela num campeonato com 20 clubes.
Fonte: Lance!
            Em Minas, Pernambuco, Bahia, Paraná e Santa Catarina a bola já rola, nos dois primeiros sem muita surpresa e nos outros três com times sem destaque nacional atropelando os grandes das séries A e B. A Libertadores também já teve bola rolando mas pouca gente viu (não meto minha colher nesse angu) mas só começa pra valer mesmo agora em março, passada a rodada de estréia e nervosismo.

          É isso, feliz ano novo e a gente se vê mais vezes agora que não tem mais carnaval.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Imprevisto: Não se fala de Futebol ! - Parte 1

Fonte: Inglês para leigos
Texto escrito por Eduardo Melido que, preguiçosamente, pediu para eu postar.

             Peço licença para os caneleiros no meu retorno ao remodelado blog para fugir do Futebol. Fuga rápida, pois o texto sobre a temporada brasileira está no forno. Mas desde a semana passada, as noites têm sido mais longas acompanhando a fase final do futebol americano, o primeiro Grand Slam da temporada de tênis e o (esporte?) MMA. Se achar meu texto grande demais, uma dica: Leia em partes, passe pelo Facebook, volte e leia o restante...
            Começando pelo fim, não teve quem se contagiasse pela onda do UFC no Rio. Da Luiza (que por essa altura ainda estava no Canadá) ao Galvão Bueno, o UFC conquistou de vez seu espaço. Rejeitado até bem pouco tempo, passou de aposta a mina de outro para atletas, emissoras e patrocinadores.
Fonte: Estadão
             Mas, na semana em que eu vi um (muito) abalado Cassius Clay (Muhammad Ali) chegar aos 70 anos consumido pelo Mal de Parkinson (contraste impressionante ao rever o duelo com Foreman), tive certeza da resposta da interrrogação do cabeçalho: MMA é esporte, gostem ou não. Números de audiência, praticantes, regras, eventos e toda a grana envolvida mostram que mais que uma rinha de galos humanos, ou uma exibição de dois homens se agarrando, a mistura de artes marciais é um esporte de sucesso. Os gladiadores do terceiro milênio são mais que elementos do circo romano moderno.
Fonte: Jornal de Londrina
           O Tênis merecia um post único, mas me recuso a dar um post único a Thomaz Bellucci. Se fosse por Federer X Djokovic X Nada até valeria !. Brincadeiras a parte, o irritante brasileiro para embuido na idéia de reforçar a máxima que brasileiro não sabe perder, que somos carentes de ídolos e queremos sempre vencer. Não, ninguém cairia na asneira de comparar Guga com Bellucci, mas custa querer raça, vontade, brio ?
            Como brasileiro, fanático por esporte, acho que crucificamos cedo demais Rubens Barrichello, apostamos demais em Felipe Massa e já vejo muitos depositando em Bruno Senna aquilo que não temos desde a morte do Tio Ayrton. Mas no Tênis não fizemos isso com Meligeni, com Saretta, Mello ou com Bellucci. Meus amigos fãs de Tênis têm muito mais bagagem para falar do assunto, mas vejo em Bellucci uma falta de vontade de ganhar, quase como se ele não quisesse estar ali. Isso me remete a autobiografia de André Agassi, que por muito tempo não queria estar ali, mas combatia seu ódio com vitórias.
Fonte: Correios
             Bellucci é dono de uma apatia irritante, não só nessa última rodada na Austrália, ou aquele abandono quase esquecido na Davis há poucos anos atrás. Bellucci me irritou depois de uma vitória, há 3 anos atrás, quando considerou normal ter o jogo nas mãos e ser derrotado. De lá para cá, pouca coisa mudou. Ele venceu algumas, perdeu outras. Nunca será um Guga ou um Top 10 (pela capacidade até poderia) simplesmente pela falta de ... da.... daquele negócio que separa os bons dos melhores, os comuns dos especiais, os derrotados dos vencedores.

          Este post terá uma continuação em breve.